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Lavena

Doalavena e Lavena: duas formas da mesma língua mágica, o canal do Aeter.

A língua arcana antiga

O Aeter flui por toda Arkaron. Ele está no ar, permeando cada espaço e conectando todas as coisas. É essa força invisível que alimenta os feitos extraordinários dos Arkarianos, moldando-se à vontade e à disciplina de quem a manipula:

  • Magos o transformam em mana.
  • Sacerdotes o convertem em energia divina.
  • Artistas Marciais o refinam em Ki.
  • Guerreiros e Cavaleiros o forjam em puro poder de combate.

Ao longo das eras, cada tradição desenvolveu sua própria forma de canalizar o Aeter, seja através dos movimentos precisos dos monges ou das preces dos clérigos. Contudo, em um passado esquecido, mentes brilhantes descobriram que a fala também era uma chave poderosa.

Assim nasceu o Doalavena. Sua origem exata é um mistério, mas essa antiga língua mágica provou ser o canal mais perfeito já descoberto para moldar o Aeter.

Hoje, o Doalavena original é de conhecimento de pouquíssimos mestres e magos arcanos. Em seu lugar, popularizou-se o Lavena, uma variação simplificada e de uso mais prático. Sacerdotes e magos proferem o Lavena em seus encantamentos diários, enquanto guerreiros gritam seus fonemas para amplificar o impacto de seus golpes.

O verdadeiro motivo para o declínio do Doalavena divide os estudiosos. Alguns defendem que o Lavena é, na verdade, uma evolução natural, muito mais ágil e veloz para invocações. Outros, porém, sussurram uma teoria mais sombria: a de que o esquecimento do Doalavena é a exata razão pela qual as magias mais lendárias e de alto nível desapareceram do mundo.

Como ler

  • Cada letra se lê

    lavena

    LA-ve-na

  • A primeira sílaba é a forte

    pave

    PA-ve

  • Duas vogais diferentes soam as duas

    doal

    DO-al

  • Vogal elemental longa segura o tempo

    suulen

    SUU-len

O exemplo Arkaron

Arkaron

AR-ka-ron

ark + aron

Reino do Coração Ancestral

Outras peças da fala

Pronomes: mari eu, tave você, sela ele, sena ela, selarun eles, senarun elas.

O plural claro usa -in ou -un. Se a palavra termina em vogal, entra um r: pave vira paverin.

Magia ativa começa com ae-, e as duas letras se leem: A-e.

Doalavena e Lavena montam sujeito, verbo e objeto do mesmo jeito. No Doalavena o verbo sobe com um prefixo na primeira sílaba (AS-da-me-ra, nunca A-sda-me-ra). O pronome sobe no fim (mari vira maris, lê-se MA-ris, nunca marri). O nome pode dobrar uma consoante no meio (bodur vira boddur). eloa e oloa ficam iguais. Mari damera oal bodur vira Maris asdamera oal boddur.